E as férias continuam;
Eu estou cansado do Blog, ao menos por agora;
Estou totalmente entregue aos filmes e aos livros ( e ainda aflito, pois sei que não lerei tudo que programei);
Início do Tcc ( medo);
Enfim, cabeça cheia de muita coisa, parece que estou preste a entrar em combustão.
Pessoas, assim, programo de voltar em breve, não abandonarei o Blog e assim que estiver mais calmo eu prometo voltar.
Um beijo,
Magno Almeida.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
último desabafo do ano
E ontem (penúltimo dia do ano) me debrucei sobre o que escrever, diante de mais um local na internet que me serve de desabafômetro, a respeito de uma singela, não monótona e retrospectiva condizente sobre o que foi o meu ano de 2009. Sim, fiquei com muito medo disso tudo, pois o ano não foi lá o mais vivível e respirável dos já vividos e respirados. Fiz besteiras, das feias, vivia, como ainda tenho vivido, sob trilhos perigosos, a qualquer momento o trem pode passar. Tenho vivido intensamente pungente, intensidade é a alma do negócio e quando paro pra pensar em quando isso pode ir embora, o vazio dentro da minha cabeça retorna, afinal, é uma resposta que não irei fixar na mente, ela simplesmente acontecerá, é isso que chamam de fluxo da vida, não é? Pois bem, também não tenho respostas para preencher tal lacuna.
Não irei, nem posso, me prender a fatos relativos à dor, seria leviano demais da minha parte, poderia até soar como “apelativo” ou “clichê” ou “dramalhão” demais e não quero ser interpretado como o cara que está aqui para chamar a atenção de todos com suas palavras, eu simplesmente escrevo, a verossimilhança é por contra de vós. Só tiro o cavalo que há dentro de mim arranhando desesperadamente.
Foi nesse ano também que cresci bastante na faculdade e que li absurdamente muita coisa e conheci novas coisas absurdamente tocantes e de escrita desesperadora que me causou espanto, mas um espanto doce, sabe? Conheci um pouco mais sobre cinema, internet e determinados pintores e quadros importantes para a história da arte. Conheci tanta coisa que estava afim e que lutei e relutei tanto pra não conhecer... mas conhecer faz parte do processo de adaptação vivível do mundo.
O que esperar do novo ano, sinceramente é também outra pergunta que ficará no vácuo. Espero sacos cheios, excessos, recipientes transbordando de intensidade, porque tudo em mim é assim, como também desejo o mesmo a todos, sem mera hipocrisia de final de ano, não preciso apelar. Que venham muitos problemas e agonias também, porque eu venho descobrindo que a força de tudo, no levantar do amanhã, etc está nos desconcertos e quedas que tomamos ao longo do percurso. E tem que ser assim porque tem que ser, e é só assim que tomaremos consciência de muita coisa antes não pensada e refletida, antes apenas analisadas pela vivência com o “já provei disso” dos amigos que te ligam desesperados para que haja ajuda.
E é isso, viver é um monstro que pode te engolir a qualquer minuto. Tem-se que pensar tanto, “viajar” tanto para não se deparar, às vezes, com a realidade monstruosa, tem-se que buscar calma e doses cavalares de respiração e transpiração de lugares desconhecidos para apaziguar as coisas, é tão complicado viver, mas o ciclo não pode parar afinal, “liberdade é pouco o que desejo ainda não tem nome”.
Um ano incrível a todos. Mais leitura, mais escrita, mais loucuras e alucinações, mais intensidade e mais amor, porque tudo tem fonte, citação ou diz respeito ao amor.
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Ao som de Pearl Jam - Black
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Na era dos avanços tecnológicos, dizer “Amor”, repetidamente, tornou-se uma prática que nem mais trabalho se exige: escreve-se apenas uma vez e, em seguida, as teclas Ctrl C e Ctrl V entrarão em ação. Tem-se então, quilômetros de amor escrito no qual a intenção é demonstrar – mimeticamente - sinestesicamente ao outro, que o "Amor" em du, tri, quadruplicidade transcrita, ali, na folha de papel é, na verdade, o que há por trás de todo um jogo de gato e rato cansado. Claro, não sendo percebido nem praticado por todos. Mas sinta, enganadamente ou não, e acredite, enganadamente ou não, todo o sentido "profícuo" do ato sem a exigência de todo e qualquer esforço, quem quiser.
Sofrer pode também ser representado nessa nova era de tecnologias avançadas, mas se for pra mim, por favor, escreve somente em letras mínimas e no cantinho da folha. E ah, escreve apenas uma vez.
Obrigado, agradeço desde já,
Magno Almeida.
domingo, 8 de novembro de 2009
Domingo silêncio
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Sinto que brevemente me desesperarei ainda mais. O bolo alimentar não entra, os compromissos não andam, logo vão me engolir vivo, a leitura estagnou e o meu Eu é mais vazio que uma bolha de ar caminhando no mundo.
Sinto que brevemente me desesperarei ainda mais. O bolo alimentar não entra, os compromissos não andam, logo vão me engolir vivo, a leitura estagnou e o meu Eu é mais vazio que uma bolha de ar caminhando no mundo.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Uma das muitas páginas
(...)Sinto como se eu não fosse ninguém e que viver já é o próprio fardo de auto se carregar dolosamente. Eu não me agüento mais. Sou um ser humano oco, que não se enxerga ao olhar-se no espelho. Nada é visto, tudo é turvamente embaraçador. E não existe nada por trás dos meus olhos. Tenho alma pesada que não sabe se comportar direito, e ao mesmo tempo que é inquieta e desorganizada, é frágil e incolor. Porém sempre atrapalha os outros, o caminhar progressivo dos outros.
Tenho desacreditado na existência das coisas e nem ao amar, consigo mais atribuir um sentido como antes. Procuro um sentindo que torne a minha alma mais leve, e que assim, eu não tenha mais a obrigação de me rastejar pelo chão, mas simplesmente ler levado pelo ar, seguindo a direção do acaso, como o lançar de dados, como um lançar de dardos.
E o amor deveria ser a salvação e acreditável como uma poesia de sentimentos pungentes, mas até a escrita é falsa e sabendo disso volto à estaca zero. Hoje ele me é traduzido como uma doença, não rara, tampouco sem salvação, mas uma doença que, de qualquer forma, concerne danos ao bem estar deixando sequelas. Como se vive longe de alguém que é essencial a sua existência de pé?
Talvez seja indo simplesmente embora, sem bater a porta, sem olhar para trás. Fingindo viver e quando der por si, já estar bem distante da vida.
Eu estou com frio e cansando demais. Suportar agora dói e torna-se algo não entendível. Não há apatia entre mim e o que meus olhos se tornaram e continuam se tornando depois desse brilho diferente que possui. Brilho que assusta e que escorre.
Sabe qual o meu outro maior problema? Persistir em encontrar um sentido à minha vida vivendo com os outros. Os outros quem decidem qual a partícula de sentindo me darão para eu preencher o todo. Sou um ser dos outros e dos sonhos, como já falei.
Tenho desacreditado na existência das coisas e nem ao amar, consigo mais atribuir um sentido como antes. Procuro um sentindo que torne a minha alma mais leve, e que assim, eu não tenha mais a obrigação de me rastejar pelo chão, mas simplesmente ler levado pelo ar, seguindo a direção do acaso, como o lançar de dados, como um lançar de dardos.
E o amor deveria ser a salvação e acreditável como uma poesia de sentimentos pungentes, mas até a escrita é falsa e sabendo disso volto à estaca zero. Hoje ele me é traduzido como uma doença, não rara, tampouco sem salvação, mas uma doença que, de qualquer forma, concerne danos ao bem estar deixando sequelas. Como se vive longe de alguém que é essencial a sua existência de pé?
Talvez seja indo simplesmente embora, sem bater a porta, sem olhar para trás. Fingindo viver e quando der por si, já estar bem distante da vida.
Eu estou com frio e cansando demais. Suportar agora dói e torna-se algo não entendível. Não há apatia entre mim e o que meus olhos se tornaram e continuam se tornando depois desse brilho diferente que possui. Brilho que assusta e que escorre.
domingo, 25 de outubro de 2009
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Sem Título
Amar você é a minha segunda maior verdade que anda lado a lado com a primeira verdade que é o ato de escrever.
Hoje, Literalmente, meu coração se transformou em letrinhas e terei a atrevida coragem de te entregar meu coração decodificado em pequenas partes, como já fiz outras vezes.
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