quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Aspiração.



Que em 2009 as pessoas sejam mais amigas, amem mais, compreendam bem mais o próximo, sejam menos egoístas, se humanizem Bem mais, sejam mais felizes, aprendam mais.

domingo, 21 de dezembro de 2008

Escrita de um domingo só.


...Tudo ao redor transmitia tristeza, era como se as nostalgias e daja-vus estivessem de prontidão persuadindo ambos. Apesar de tudo, o primeiro beijo aconteceu. Em seguida mais um, mais um, mais dois, mais alguns. As coisas que se seguiram eram desconhecidas, porem mesmo sabendo que poderiam ser coisas desconhecidas, houve um querer provar.
...


Nunca esteve tão feliz, tão puro, tão humano. Sabe aquele sentimento que as pessoas denominam amor? Pois bem, se aplica ao o que o Ele sentiu, sente, o verbo no futuro assusta. Ele1 apenas viveu. Sabe aquela distinta separação que todo ser humano necessita fazer, em algum momento da vida: agir racionalmente ou coracionalmente? É, se dividiam entre Ele e Ele1. Como se dividiam e se perpetuavam as poesias, as crônicas e as declarações.
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quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Todo teu.


"Leste os meus versos? Leste?

E adivinhaste O encanto supremo que os ditou?

Acaso, quando os leste, imaginaste

Que era teu esse olhar que os inspirou?"


Florbela Espanca

domingo, 14 de dezembro de 2008



Tinha ele 20 anos, e todas as noites, escutava prantos em notas musicais que o inspirava a sumir. Quando não, estava sempre metido em ínfima tristeza por debaixo dos lençóis. Dizia ele que algo dolorido doía e tal afirmação não é uma redundância.
Ele precisava de um abraço, e não de força e vitalidade em formato de pílulas fortíssimas.Pensava e desdobrava-se sobre a existência humana, coisa que muito o atormentava. Vez e sempre em que refletia, menos conseguia se esclarecer ou explicar...Vivia a vida dos outros, partilhada de momentos não seu; jurava ele que assim, esqueceria parcialmente do tormento que era suas noites.Às vezes, ele se teletransportava para um outro mundo, mas quando voltava a si, as conseqüências eram três vezes mais doridas.
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Continua.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

De Nada


Nada era coisa alguma, coisa alguma mesmo, nada. Não existe complexidade, apenas vislumbrem o nada, a coisa alguma, porque tudo isto não passa de um punhado bem fixo às mãos, de nada, coisa alguma.
Um papel em branco, um vazio no estômago, o final de uma rua onde dizem o vento fazer a curva.
Tudo vazio, nada é nada.
Na verdade eu sou um bobo, pois pra mim ganham mais e saem na frente os bobos, pois eles sabem amar mais, eles amam, se ferem-se ou se a felicidade plena chega e nunca mais se vai, é uma conseqüência que só será observada, e talvez, analisada um pouco depois do primeiro beijo dado a quem se ama. Prefiro ser um bobo, e um dos maiores. Ser inteligente me consumiria muito, e eu não sou de ter compromissos ou viver sob regras todos os segundos pungentes.
Seria traduzido aqui como nada, a coisa alguma. É isso, achei a fórmula, apenas a seguirei, olhando para ela como se fosse um nada, mas um nada que cresce a cada minuto pungente da vida de um bobo gigante, e com ênfase no gigante.
O nada cresce, junto com a fórmula que descobrir para se viver mais feliz e sem dramas.
Cresce sem parar, o quê? O nada bem grande.
Estão vendo?
O nada enquanto falei, já cresceu absurdamente. E não pára.
Nada é coisa alguma, e não se preocupe em entender ou me entender, apenas viva. Acredito que o entendimento virá aos poucos e pelos caminhos, um processo gradativo. Pungente ou não, não entenda, e só viva.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Procuro algo que até agora nem eu mesmo sei o que seria. Não sei se importa, vivo de verdades e realidades inventadas diariamente.
Gritarei agora Você, pois já me cansei de Eu.