segunda-feira, 4 de abril de 2011



FOTOPOESIA

3 comentários:

Carlos Eduardo disse...

Sou o leitor dessa poesia que se faz com o corpo e com a substância metafísica que dá dimensão transcendental aos seus versos.

Sou o leitor anônimo que, nas madrugadas de insônia, na companhia da cafeína e da nicotina, encontra nos versos de um poeta que já vi em carne e osso, o reflexo da minha alma atormentada.

Se a minha alma chega á beira do abismo e fica devastada, leio o que se tem escrito neste blog e sinto o alívio que se tem quando se toma morfina.

Somente você, Magno, é capaz de transformar em verso as dores de toda uma geração.

Ari Denisson disse...

Mostra isso pro @tainancosta!

Analice Lean disse...

linda foto-poesia!